Dirigentes do Flamengo expressaram veemente censura à arbitragem após o empate em 1-1 com o Bragantino no Estádio Nabi Abi Chedid no último sábado. A polêmica surgiu com o atleta Bruno Henrique, que manifestou descontentamento com a atuação arbitral logo após marcar o gol do Flamengo.
O diretor de futebol do clube, Bruno Spindel, e o vice-presidente Marcos Braz, posteriormente, intensificaram seus protestos, apontando principalmente para as decisões tomadas pelo VAR e pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Juízes do VAR
Marcos Braz acusou os juízes do VAR de serem influenciados por pressões externas, propondo a proibição de todas as comunicações na sala do VAR, exceto aquelas imprescindíveis para as funções. “A interferência vem através dos telefones”, afirmou Braz. “Essa interpretação precisa vir da pessoa que está presente naquele momento.”
CBF
Spindel indagou a imparcialidade da CBF em relação ao Flamengo durante uma transmissão pós-jogo na Premiere. “Já encaminhamos cartas anteriormente, porém é inútil. Para obter respeito, as questões devem ser expostas de maneira pública”, declarou. Ele ressaltou o cartão vermelho anulado de Luan Cândido do Bragantino e a penalidade máxima desperdiçada por Luiz Araújo como falhas que influenciaram no desfecho da partida.
LÁ E CÁ! As traves estão em ação no Nabi Abi Chedid! 👀 pic.twitter.com/RfcQ0UGHL4
— Brasileirão Betano (@Brasileirao) May 4, 2024
Comissão de Arbitragem Nacional
Em uma declaração na sala de imprensa, Braz condenou a Comissão de Arbitragem Nacional por não utilizar o VAR em diversas situações evidentes e recordou um episódio contra o Botafogo onde o árbitro falhou em aplicar uma regra clara. “O que presenciamos hoje é lamentável”, comentou.
O atacante Bruno Henrique reforçou o sentimento de tratamento injusto. “Falam que é chororô, mas quando é o Flamengo, tudo é diferente”, manifestou-se, apontando para as frequentes incoerências na arbitragem contra sua equipe.
A discussão sobre os padrões de arbitragem no futebol brasileiro persiste enquanto o Flamengo exige maior transparência e equidade no esporte.
Relembrando Zagallo
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